Jornada Bíblica

Jornada Bíblica

Círculo Bíblico: encontros de agosto

Durante todo o ano de 2019, nós estudaremos a trajetória de Moisés e como foi o evento da libertação operada por Deus na história de Israel, o Êxodo.

Jornada Bíblica

1º encontro

A passagem pelo mar — 1ª parte

Leitura: Ex 14,15-31

Introdução

Nesta semana, estudaremos a passagem dos israelitas pelo mar (Ex 14,15-31).

Oração

Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo dessa semana gere frutos de vida cristã. Leia Ex 14,15-31.

Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

Texto de estudo

A perícope estudada nesta semana tem seu início com uma pergunta intrigante de Deus a Moisés: “Por que clamas a mim?” (Ex 14,15).

Este questionamento foi feito dentro de um momento dramático da narrativa. Os israelitas, tomados de grande medo, “clamaram” ao Senhor, diante da aproximação dos egípcios (cf. Ex 14,10) e, depois, reclamaram com o líder da libertação (cf. Ex 14,11-12).

Ora, o narrador não diz que Moisés “clamou” ao Senhor. Não há o discurso direto dele em direção a Deus.

Porém, o Senhor, ao fazer a pergunta, revela o interior, os pensamentos mais íntimos, de Moisés. Ele, mesmo tendo dito aos israelitas para ficarem tranquilos, afirmando que Deus combateria por eles (cf. Ex 14,14), parecia experimentar o terror da possível morte no deserto.

Outro dado interessante é a quantidade de vezes que o verbo hebraico “clamar”, que pode ser traduzido por “gritar” ou “chorar”, tem Moises como o sujeito. Por cinco vezes, o líder dos israelitas “clama” e todas elas têm como endereço o Senhor (cf. Ex 8,8; 14,15; 15,25; 17,4; Nm 12,13). Em nenhuma vez, ele dirige seu grito a qualquer outra pessoa. Isso demonstra que ele sabia: apenas Deus daria conta de libertar Israel das situações de dificuldade.

De forma contundente, o Senhor, depois da pergunta, emenda uma ordem: “dize aos israelitas que marchem” (Ex 14,15). Isso denota, em primeiro lugar, que Moisés deve assumir, de fato, a liderança.

A expressão “que marchem”, utilizado em Ex 14,15, está no modo verbal jussivo, ou seja, expressa um sonho ou um desejo da parte de Deus. Além disso, o sentido do verbo “marchar”, em hebraico, consiste numa ação que tem a ver com um deslocamento na direção de um destino, como uma jornada.

Por isso, pode ser traduzido como “viajar”. O Senhor desejava que os israelitas fossem para qual direção? Para o mar! (cf. Ex 14,16)

De acordo com o v.17, outro verbo no modo jussivo revela a intenção de Deus: “que Eu seja glorificado”. Ao repetir essa mesma expressão no v.18, o autor dá a entender que a passagem pelo mar tinha finalidade de mostrar a soberania de Deus, diante da nação mais forte daquela época, o Egito.

Ademais, na continuidade, em Ex 14,16, há, em gradação, mais três verbos imperativos: “levanta” tua vara; “estende” tua mão; “divide” o mar. De todos, o último mandato chama muita atenção. É Moisés quem deve dividir o mar; não Deus. O autor parece mostrar que o Senhor agirá por meio do líder dos israelitas.

O autor revela que Deus endurece o coração dos egípcios (cf. Ex 14,17). Interessante notar que esse verbo, no texto hebraico, é um particípio, ou seja, ele expressa uma ação que está em andamento. Assim, uma possibilidade de tradução seria “Eu (Deus) estou endurecendo o coração dos egípcios”. Deste modo, o texto quer mostrar que, enquanto Moisés estiver seguindo as ordens divinas, o Senhor estará a fazer sua parte. Trata-se de um trabalho de colaboração. Deus age; o ser humano age.

A finalidade da divisão do mar é para que o seu fundo fique seco e o povo possa passar. A expressão hebraica traduzida, em algumas bíblias, por “em seco” aparece pela primeira vez em Gn 1,9, no relato da criação, quando o Senhor criou o elemento seco, o que em algumas bíblias em português é “continente”.

É possível que, aqui, o autor comunique a teologia de que o Deus de Israel consiste naquele que, sendo o criador de todas as coisas, tem o domínio sobre todos os elementos da natureza.

Perguntas para partilhar o aprendizado

  1. Qual é o sentido da pergunta que Deus dirigiu a Moisés?
  2. Qual é o sentido do verbo clamar, quando Moisés é colocado como o sujeito?
  3. O que a primeira ordem que o Senhor deu a Moisés revela de importante?
  4. O que a expressão “que marchem” pode significar?
  5. Qual era a intenção de Deus?
  6. Por que deve ser Moisés aquele que divide o mar?
  7. Qual será, neste primeiro momento, o papel de Deus?
  8. O que a expressão “em seco” pode significar teologicamente?
  9. Quais são os ensinamentos mais importantes dessa semana?

Oração final

Faça uma oração final, agradecendo a Deus pelo encontro.

2º encontro

O cântico da vitória — 2ª parte

Leitura: Ex 15,1-18

Introdução

Nesta semana, estudaremos o cântico da vitória (Ex 15,1-18), entoado logo depois da passagem pelo mar.

Oração

Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo dessa semana gere frutos de vida cristã. Leia Ex 15,1-18. Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

Texto de estudo

O texto de Ex 15,1-18 não está escrito num gênero literário narrativo; ele consiste numa poesia cantada e, portanto, caracterizada pela utilização de diversos elementos estilísticos como figuras de linguagem, jogos de palavras e ritmo, cuja intenção é produzir uma resposta emocional no leitor.

O pentateuco é formado, basicamente, pelos gêneros literário legislativo e narrativo. Há, entretanto, algumas poucas passagens com o gênero poético. Essa é uma delas. Este poema não é apenas um cântico de louvor e glorificação; é, com certeza, um texto de avaliação do passado, baseado em certos critérios. Nesse caso, um deles é o cumprimento da promessa de Deus em relação ao seu povo.

A divisão básica desses dezoito versículos pode ser feita em duas grandes partes: a celebração da vitória que Deus conquistou para Israel no mar (v.1-12) e a expressão do anseio por sua jornada em direção à terra prometida (v. 13–18).

De forma mais pormenorizada, o hino pode ser estruturado da seguinte maneira:

A) Introdução ao canto e apresentação do tema (v.1);

B) O louvor a Deus (v.2-3);

C) Deus jogou no mar o faraó (v.4-12);

D) Deus guia Israel (v.13);

C’) Deus jogou no mar os egípcios (v.14-16);

D’) Deus guia Israel (v.17);

B’) O louvor a Deus (v.18).

Uma das expressões mais interessantes de todo o hino consiste na forma como Moisés se refere ao ato realizado por Deus, no v.1: o Senhor “se revestiu de glória” (na versão da Bíblia de Jerusalém). Essa passagem é traduzida de modos muito diferentes, dependendo da versão da Bíblia. A Ave Maria, por exemplo, traz “ele manifestou sua glória”; a Nova Bíblia Pastoral, “porque grandemente se enalteceu”; e a Bíblia do Peregrino “sublime é sua vitória”.

No hebraico, há a repetição, por duas vezes, lado a lado, de um mesmo verbo: ga’ah. A primeira ocorrência está naquilo que se chama, na gramática hebraica, de raiz qal, no modo infinitivo absoluto. Na sequência, aparece no perfeito da terceira pessoa do singular. Essa construção sintática é utilizada todas as vezes em que se pretende intensificar a ação do verbo.

Em seu sentido mais básico, gaˊah pode significar “profundo”, como em “a água era muito profunda” (Ez 47,5), ou “alta”, como em “pode o papiro crescer sem um pântano?” (Jó 8,11). Assim, uma tradução interessante seria “porque, ao se elevar, elevou-se”, no sentido de que ele se elevou mais alto do que qualquer outro elemento presente na narrativa.

No hino, desse modo, Deus é louvado por Sua vitória triunfante (cf. Ex 15,1.21), momento em que Ele se levantou ou elevou como supremo sobre todos os outros poderes do mundo, enfatizando o poder ascendente de Sua força e o crescimento associado de Seu povo, Israel.

Ao afirmar que Deus é sua força (Ex 15,2), o autor utiliza o substantivo hebraico ˋazaz que significa “ser forte” e que transmite também a noção de poder. Este termo é geralmente associado a algum tipo de imagem verbal concreta que implica proteção em expressões como o Senhor é um escudo (cf. Sl 28,7), refúgio (cf. Sl 46,1) e rocha (cf. Sl 62,7).

No poema aqui estudado, a associação do termo força é com o termo canção ou canto, um tipo de ligação comum nos textos bíblicos (Ex 15,2; cf. Sl 118,14; Is 12,2; Sl 28,7; 81,1). Com isso, é possível que o autor tenha utilizado uma figura de linguagem, a metonímia, com a finalidade de afirmar que o canto consiste numa espécie de refúgio, escudo ou rocha, já que expressa sua confiança e sua fé na obra salvífica do Senhor.

O livro do Apocalipse faz uma alusão ao cântico de Moisés com a finalidade de indicar que a libertação final do povo de Deus e o julgamento contra seus inimigos se assemelharão ao evento de êxodo. Assim, enquanto a libertação e julgamento no êxodo foram incríveis, os eventos em Apocalipse 15 e Apocalipse 16 serão ainda mais impressionantes.

Perguntas para partilhar o aprendizado

  1. Qual é o gênero literário de Ex 15,1-18?
  2. Como é a estrutura do cântico de Moisés?
  3. Qual é uma das expressões mais interessantes dentro do hino?
  4. Por que as traduções são tão diferentes?
  5. Quais são os possíveis significados do verbo hebraico utilizado em Ex 15,1?
  6. Qual é o sentido que o autor quis dar ao dizer que Deus “ao se elevar, elevou-se”?
  7. Quais são, geralmente, na Bíblia, os termos relacionados à palavra ‘força’?
  8. Qual é o sentido da relação entre a palavra ‘força’ com o termo ‘canto’?
  9. Como o livro do Apocalipse faz uma alusão ao cântico de Moisés?
  10. Quais são os ensinamentos mais importantes dessa semana?

Oração final

Faça uma oração final, agradecendo a Deus pelo encontro.

3º encontro

O cântico de Miriam, a profetisa — 3ª parte

Leitura: Ex 15,19-21

Introdução

Nesta semana, estudaremos o cântico de Miriam (Ex 15,19-21), entoado logo depois da canção de Moisés (Ex 15,1-18).

Oração

Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo dessa semana gere frutos de vida cristã. Leia Ex 15,19-21. Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

Texto de estudo

O v.19, que é um texto em forma de prosa, consiste num sumário que fecha o poema anterior do cântico de Moisés (Ex 15,1-18) e o conecta com o que vem a seguir (Ex 15,20-21), retomando o ato de Deus de abrir o mar para que os israelitas passassem e fechá-lo com a finalidade de eliminar o opressor.

Um detalhe interessante no v.19 é a estrutura de sua última oração: “os filhos de Israel, porém, caminharam a pé enxuto pelo meio do mar”. O autor fez uma inversão na estrutura sintática, no texto original, colocando o sujeito antes do verbo. Aqui, é muito importante saber que, no hebraico, a ordem mais comum coloca o verbo primeiro e depois o sujeito.

Quando essa inversão é feita, geralmente, o autor quer chamar a atenção do leitor-ouvinte ao que está sendo narrado. Nesse caso, diante da clara oposição estabelecida entre o exército egípcio e o povo de Israel, o texto enfatiza que Deus escolheu estar do lado dos oprimidos; não dos opressores.

Uma grande questão desse texto consiste em saber qual é o nome da irmã de Moisés e Aarão, já que, nas traduções em português, existe uma variação. Algumas versões trazem Maria; e outras, Miriam. Aqui, em nosso estudo, será adotada a segunda opção por dois motivos: para não se confundir com a personagem neotestamentária, Maria, a Mãe de Jesus; e, segundo, porque se trata da transliteração mais próxima do hebraico.

Um dado muito interessante, dentro da narrativa do êxodo, é que, aqui (Ex 15,20), pela primeira vez, o nome da irmã de Moisés aparece. Nos capítulos anteriores, essa informação não havia sido revelada (cf. Ex 2,4.7).

À Miriam, o autor atribuiu o título de profetisa (cf. Ex 15,20). Dentro dessa questão, é importante salientar o fato de que a Bíblia aceita a possibilidade de que mulheres profetizem; não apenas os homens (cf. Jz 4,4; 2Rs 22,14; Ne 6,14; Lc 2,36).

O Antigo Testamento apresenta cinco mulheres com essa missão. Além da irmã de Moisés, também, Débora (cf. Jz 4,4); a mulher que concebe um filho com Isaias (cf. Is 8,3), Hulda (2Rs 22,14; 2Cr 34,22) e Noadia (cf. Ne 6,14). Além disso, usa o verbo “profetizar” em conexão com as mulheres em duas ocasiões (Ez 13,17; Jl 3,1).

No Novo Testamento, também aparecem profetisas: Ana (cf. Lc 2,36-38), as quatro filhas de Felipe (cf. At 21,9) e as mulheres da comunidade primitiva (cf. 1Cor 11,5). Em At 2,17, na pregação de Pedro, Joel 3,1 é citado, garantindo que um dos sinais da era messiânica consiste no fato de que tanto homens quanto mulheres profetizam.

Nesse sentido, dentro do contexto da libertação que o Senhor operou, ela toma a dianteira da história e passa a ser protagonista dentro da narrativa. Ela recebe destaque. Em conjunto com as outras mulheres, entoará um cântico de celebração (cf. Ex 20-21). Com isso, o autor valoriza o papel feminino. Elas também têm espaço. Podem conduzir a ação de graças, como fez o próprio Moisés.

Perguntas para partilhar o aprendizado

  1. Qual é a função do v.19 dentro do conjunto estudado?
  2. Qual é o sentido de se utilizar, em hebraico, a estrutura que coloca o sujeito primeiro e depois o verbo, no v.19?
  3. Qual é o nome da irmã de Aarão e Moisés?
  4. O que significa a informação de que Miriam era profetisa?
  5. No Antigo Testamento, aparecem mulheres profetisas?
  6. No Novo Testamento, aparecem mulheres profetisas?
  7. Com o destaque de Miriam, o que o texto pode ensinar?
  8. Quais são os ensinamentos mais importantes dessa semana?

Oração final

Faça uma oração final, agradecendo a Deus pelo encontro.

4º encontro

O primeiro desafio da jornada no deserto — 4ª parte

Leitura: Ex 15,22-27

Introdução

Nesta semana, estudaremos o primeiro desafio que os israelitas enfrentaram em sua jornada no deserto, a falta de água doce (Ex 15,22-27).

Oração

Faça uma oração, clamando a presença do Espírito Santo, para que o estudo dessa semana gere frutos de vida cristã. Leia Ex 15,22-27. Agora, destaque o que mais te chamou a atenção.

Texto de estudo

Deixando a região mar dos juncos, por onde o povo passou a pé enxuto, os israelitas chegaram ao deserto de Sur (cf. Ex 15,22), termo hebraico que significa muro. Isso pode ter se referido a uma série de fortes de fronteira estabelecidos pelos egípcios para controlar o influxo de estrangeiros do leste. Entretanto, na língua portuguesa, metaforicamente, faz referência aos muros, enquanto desafios que temos na vida.

Os israelitas caminharam por três dias, sem água, conforme a informação que é dada no v.22. Isso torna a narrativa muito dramática, já que é impossível sobreviver no meio do deserto sem esse elemento tão essencial por mais de quatro dias. E quando chegaram a um local, onde existia água, constaram que ela era amarga.

Os israelitas chamaram esse lugar de Mara, que por sua vez significa, traduzindo para o português, amarga. Isso chama atenção, pois ao longo de todos esses versículos, aqui estudados, esse termo aparece por quatro vezes (cf. Ex 15,23: em português aparece 3x, pois está traduzido por amarga)!

O texto comunica ao leitor-ouvinte que a vida dos israelitas não estava fácil. Colocar-se no processo de libertação para garantir uma sobrevivência digna, livre das opressões, muitas vezes, leva o povo à amargura, à provação.

Diante dessa situação, os israelitas murmuraram contra Moisés. Esta resposta é surpreendente se levarmos em consideração a recente libertação e as canções triunfais de adoração. Eles eram privilegiados por terem sido postos em liberdade de uma forma extraordinária. Contudo, a dificuldade, rapidamente, induziu-os a culpar o líder do processo do êxodo (cf. Ex 14,10-12; 16,2; 17,3; Nm 14,2; 16,11.41). Quantas vezes, reclamamos e nos esquecemos das obras do Senhor em nossa vida?

Ao se deparar com a água amarga, o povo ficou desencorajado, mas Deus respondeu misericordiosamente à oração de Moisés e tornou a água potável (cf. Ex 15,25). Embora, num outro momento, Moisés já tivesse clamado a Deus pelo faraó, aqui, ele aparece como intercessor entre o povo e Deus pela primeira vez. A tradição bíblica entende esse ato como uma ação profética (cf. Gn 20,7).

Não é incomum para os comentaristas citarem as tradições locais sobre um tipo de espinheiro nativo da região que absorve a salinidade da água, mas nenhuma investigação científica forneceu a identificação ou confirmou a existência de tal arbusto. Em um período posterior, Plínio, um historiador antigo, relatou que havia um tipo de cevada que poderia neutralizar o conteúdo salino.

O que está em jogo nessa narrativa é o seguinte: a madeira jogada na água não teve um efeito mágico; trata-se de um ato simbólico na expectativa de que Deus operasse um milagre (como quando Moisés levantou seu cajado sobre o mar, em Ex 14,16). Isso aponta para a ação de fé de Moisés, ao jogar o pedaço de madeira, como resposta ao Senhor, o libertador de Israel.

O final dessa passagem enfatiza os benefícios que pertencem a Israel, se eles permanecerem leais a Deus. A obediência aos mandamentos e decretos do Senhor é um tema que reaparece frequentemente no resto do Êxodo, especialmente em conexão com a aliança feita no Sinai. Desse modo, o Senhor deu ao povo um princípio simples: obediência traz bênção e desobediência traz julgamento.

Perguntas para partilhar o aprendizado

  1. Qual é o significado do termo hebraico ‘sur’?
  2. Por que é tão importante a informação de que os israelitas caminharam por três dias no deserto?
  3. Qual é o sentido e o significado do termo hebraico ‘mara’?
  4. O que a dificuldade gerou nos israelitas?
  5. Ao interceder pelo povo, como Moisés será entendido, de acordo com a tradição bíblica?
  6. Qual é o sentido do pedaço de madeira que foi jogado na água?
  7. O que o final dessa passagem enfatiza?
  8. Quais são os ensinamentos mais importantes dessa semana?

Oração final

Faça uma oração final, agradecendo a Deus pelo encontro.

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