Dicas da Nutri: Comer por emoção ou por fome?

Mais do que cortar alimentos ou controlar a vontade de comer, o primeiro passo pode estar em aprender a ouvir o que o corpo e as emoções estão tentando dizer.

Ansiedade e alimentação costumam caminhar juntas e muita gente já percebeu isso na prática. Em dias mais tensos, bate aquela vontade de um doce, de beliscar algo o tempo todo ou até de buscar alimentos mais calóricos como uma forma rápida de conforto. O que muita gente não sabe é que emoções e alimentação estão diretamente conectadas.

Quando o estresse, o cansaço ou a preocupação aparecem, nem sempre a fome é física. Em muitos casos, o corpo está apenas buscando uma sensação momentânea de prazer e acolhimento. O problema é que esse alívio costuma durar pouco e, às vezes, ainda vem acompanhado de culpa ou arrependimento.

No Dicas da Nutri, a nutricionista Joice Campos fala justamente sobre essa relação entre ansiedade e comida e traz orientações importantes para entender melhor os sinais do corpo.

“Você já percebeu que, quando está mais ansioso, sente mais vontade de comer besteiras? Muitas vezes, não estamos sentindo fome de verdade; estamos apenas cansados, preocupados ou estressados. E aí buscamos um conforto, que normalmente vem da alimentação, porque ela traz uma sensação momentânea de prazer”, destaca a nutri.

A dica da nutricionista é simples: antes de comer, vale fazer uma pergunta importante: “Estou com fome física ou tentando aliviar alguma emoção?”

Se a resposta for emocional, ela sugere buscar outras formas de lidar com esse sentimento, além de verificar questões hormonais e as noites de sono, que podem intensificar a ansiedade.

Entender a diferença entre fome física e emocional é um passo importante para construir uma relação mais equilibrada com a comida. Dê o PLAY!

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