Quando nossa dor se une à dor de Maria!

Meditemos as dores de Nossa Senhora e, com Ela, cresçamos na fé, na amizade com Deus.
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Nesse tempo da Quaresma, especialmente, com a pandemia  nos recordamos dos sofrimentos de Jesus, que estão intrinsecamente ligados aos nossos. Ao meditar os sofrimentos de do nosso Salvador, também lembramos Daquela que, na Cruz, vê a profecia de Simão se cumprir.


“
Seu pai e sua mãe estavam maravilhados com as coisas que dele se diziam. Simeão os abençoou e disse a Maria, sua mãe: “Este menino vai causar a queda e a elevação de muitos em Israel; ele será um sinal de contradição; a ti própria, uma espada te traspassará a alma, para que se revelem os pensamentos de muitos corações”
 .(Lc 2,33-35)

Neste dia podemos meditar sobre as dores de Maria, aquela que esteve diante da cruz, ficou com Jesus, sofreu com Ele, consolou o nosso Salvador. Não o abandonou, mas permaneceu até o fim.

Do mesmo modo, temos essa companhia, consolo, refúgio em todas as nossas dores. Jesus mesmo disse isso. Quando estava na cruz, nos deu esse presente para que, assim como Ele, nas piores angústias e tormentos, tivéssemos  o amor materno e vivêssemos com nossa Mãe.

Ivan Simas/ A12
Ivan Simas/ A12

“Jesus, vendo sua mãe e, perto dela o discípulo que amava, disse a sua mãe: “Mulher, eis aí teu filho”. Depois disse ao discípulo: “Eis aí tua mãe”. E, desta hora em diante, o discípulo acolheu-a em sua casa.” (Jo19, 26-27)

O convite hoje é para que nós possamos crescer na nossa filiação à Nossa Senhora, nossa entrega, nosso amor e confiança, nossa amizade. Se você topa esse desafio, medite hoje sobre as dores de Maria e encontre nelas um profundo refúgio.

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