E se Jesus fosse seu amigo no Instagram?

Tê-Lo como amigo nos motivaria a anunciá-Lo nestas mesmas redes sociais, a fazê-Lo mais conhecido e amado pelos homens. Confirmaria a nossa vocação evangelizadora e nos levaria a assumir a nossa responsabilidade no anúncio da sua Verdade.
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Uma visão do comportamento nas redes sociais

Em poucos dias a Igreja inteira irá celebrar a Paixão, Morte e Ressureição de nosso Senhor Jesus Cristo, e então proclamará que Jesus, por seu amor reconciliador, não está morto, mas está vivo. Ele, vivo, nos acompanha e Se une a cada um de nós, e partilha do nosso caminho em todos os momentos da nossa vida, em todas as circunstâncias, sejam quais forem.

E hoje, muito da nossa vida é vivida – para o bem ou para o mal – nas redes sociais, não é mesmo? E se Jesus, nosso Senhor que não morreu, mas está vivo, fosse seu amigo no Instagram?  Eis aqui alguns ângulos de reflexão ao nos colocarmos esta hipótese.

Saber que Jesus é nosso amigo no Insta, definitivamente seria uma certeza inquietante, em primeiro lugar. Tão desconectados estamos, às vezes, do fato maravilhoso de sua presença viva em nossas vidas, que, nos primeiros momentos, dias e meses, estaríamos desconcertados ao ver suas publicações, seus likes, seus comentários em nossas publicações.

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Seria uma presença certamente transformadora do nosso comportamento. Nada em nossa vida é igual quando estamos com Cristo, e não seria diferente nas redes sociais. Seríamos levados a maiores questionamentos, não somente com respeito às nossas publicações e likes, mas acerca do sentido mesmo e da razão de ser de uma rede social. Tê-Lo como amigo no Instagram nos guiaria a uma séria reflexão do porquê de lá estarmos, e de quais são nossas intenções ao participarmos de uma rede social como o Instagram.

Seria uma presença censuradora e libertadora ao mesmo tempo. Nosso Senhor é a Verdade, e tê-Lo como amigo também inundaria nosso comportamento nas redes com a clareza do certo e do errado, do bom e do mal, do que é tão somente “aceitável” e do que é o melhor.

Tê-Lo como amigo no Instagram seria confortador. Daria a cada uma de nossas publicações razões e motivos mais profundos e, ao mesmo tempo, nos encheria de paz, mesmo vendo publicações exaltando o mal. Ele nos levaria a participar como agentes de reconciliação, repetidores do que é bom.

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Tê-Lo como amigo nos motivaria a anunciá-Lo nestas mesmas redes sociais, a fazê-Lo mais conhecido e amado pelos homens. Confirmaria a nossa vocação evangelizadora e nos levaria a assumir a nossa responsabilidade no anúncio da sua Verdade.

Estas são algumas reflexões do que poderia acontecer se Jesus fosse nosso, meu e seu, amigo no Instagram.

Mas não é verdade que Jesus, Deus Vivo, já é nosso amigo no Instagram?

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