O Assunto é Sinodalidade: cultura de proteção na Igreja

Maria Juliana, que atua na Arquidiocese de Fortaleza, comenta sobre os desafios para implantar e fortalecer a cultura de proteção nas dioceses e comunidades.

Conheça a iniciativa “Onde há escuta, há proteção – Por uma Igreja que cuida de todos”, promovida por comunicadores que integram o projeto Conexão Emaús.

O Bom Dia em Família traz no quadro “O Assunto é Sinodalidade” o tema da “Cultura de Proteção” que representa o compromisso da Igreja no cuidado e prevenção de abusos a crianças e adultos vulneráveis. O tema mobiliza diversas iniciativas no Brasil, entre elas, a campanha “Onde há escuta, há proteção – Por uma Igreja que cuida de todos”, promovida por comunicadores que integram o projeto Conexão Emaús.

A campanha busca conscientizar e mobilizar comunidades e lideranças de pastorais para a corresponsabilidade na promoção de ambientes seguros na Igreja, além de outras ações. A questão da proteção de menores será abordada na Campanha da Fraternidade de 2027 com o tema “Fraternidade e o Cuidado das Crianças” e deve ampliar a discussão na Igreja do Brasil.

Para ajudar a compreender melhor a relação entre a Cultura de Proteção e a vivência da Sinodalidade na Igreja, o produtor Marcos Tiago conversa com Maria Juliana, que atua na Pascom da Paróquia São Pedro e São Paulo na Arquidiocese de Fortaleza e é uma das comunicadoras responsáveis pela campanha.

A comunicadora fala sobre sua experiência no projeto Conexão Emaús e como ele foi fundamental em sua formação sobre o tema da sinodalidade e compromisso com a cultura de proteção. Maria Juliana também comenta sobre os desafios para implantar e fortalecer a cultura de proteção nas dioceses e comunidades, entre eles a falta de conhecimento sobre o tema e também a desinformação sobre onde e como enviar notificações de abusos nas instituições católicas. 

A campanha atua em três frentes:

Escuta que acolhe: criar espaços seguros onde dor, dúvida e denúncia encontrem ouvido fraterno antes de qualquer julgamento.

Proteção que transforma: fomentar práticas pastorais que previnam abusos, garantam reparação e a não repetição nas comunidades.

Sinodalidade: gerar corresponsabilidade entre clero, religiosos/as e leigos/as para assumir o cuidado como missão compartilhada.

Para saber mais sobre a campanha, basta acessar o endereço escutaqueprotege.org.br

Confira a entrevista: 

Saiba mais sobre o caminho sinodal, acessando A12.com/sinodalidade

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